segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A saudade aumentou e nós amadurecemos.

Millôr Fernandes certa vez disse "A saudade diminuiu ou fomos nós que envelhecemos?". No meu caso foi muito diferente.. A saudade aumentou drasticamente e eu amadureci muito... Parece que foi ontem que estava há 4 anos, vivendo algo que iria arrastar pro resto da vida ou até onde, com certeza, a minha memória me deixar lembrar. É muito perturbador quando você é forçada a amadurecer numa idade que não deveria estar amadurecendo, e você sofre com a inocência de uma criança as consequências de um adulto. Erros bestas nos levam a consequências desconhecidas e o baque nos derrota de uma forma que, muitas vezes, passaremos os próximos vinte, trinta, cinquenta anos sofrendo e lastimando. Somos forçados a muitas coisas que não estamos prontos a enfrentar e erramos besteiras, insignificâncias que nos desgasta de forma desumana. Muitas pessoas me dizem que se pudessem voltar no tempo e consertar a burrada que fizeram, voltariam. Eu passei dois anos desses quatro cometendo o mesmo equívoco ao citar essa frase para mim mesma e me culpando por minha criancice e orgulho... Mas o que seria da nossa vida, se sempre voltássemos no tempo e consertássemos nossos erros? Não saberemos uma forma de evitar o leite ser derramado se sempre consertarmos a lambança que se faz ao derramá-lo, e assim, evitando-a de existir o erro que cometeu tal desastre. Podem me chamar de insana.. Mas eu agradeço por todos os meus erros, todos os meus sofrimentos e decepções... Fico sempre tentando e sempre falho imaginar como seria se o que aconteceu comigo nunca tivesse acontecido; eu seria uma dessas pessoas superficiais e fúteis preocupadas com a aparência e popularidade numa cidade que INEVITAVELMENTE todos serão conhecidos, se esforçando ou não? Eu tenho quase certeza que sim, afinal, eu fui assim por um curtíssimo período da minha vida e ainda bem que meus erros e decepções existiram. Enfim, não posso falar muito sobre a verdade, deixo-os com o trabalho e o esforço de entender, ou não, lendo nas entrelinhas. O título, para os afastados, pode não ter nada a ver com o texto em si, mas vai por mim.. Tem mais a ver do que você pode ousar imaginar. HAHAHA. Umbeijos

sábado, 23 de outubro de 2010

Recomeço.

Sábado 23, 17:17 p.m. Ando dispersa, à toa. Certa vez ouvi que grandes pessoas não choram, elas escrevem; e essa é uma das grandes e poucas verdades nesse mundo hipócrita. Estou fazendo um novo blog, pois perdi a linha do tempo no meu antigo. Lembro de tantas coisas, penso em tantas coisas, ouço tantas coisas.. Nunca é ruim ter um mundo só seu e fechá-lo para os outros, viver fechada e indiferente aos outros é minha única válvula de escape para não enlouquecer, já que o mundo se tornou um lugar onde a "história do cego" se torna verdade. As pessoas me desanimam com suas atitudes medíocres e sua superficialidade. Me criticam demasiadamente por ser um pouco autista e não me sentir agradada por ninguém que sou OBRIGADA a conviver. Sinceramente man, sou obrigada a conviver contigo, mas não a te suportar ou tolerar, fiinee. Já é noite, praticamente, e não fiz metade do que deveria fazer nesse meu tempo com asas preguiçosas. Dormi, ao meu ver, é um desperdício mesmo.. Por mais que eu a-m-e dormir, você fecha seus olhos pras maravilhas ocultas nesse mundo, já que quase não se percebe alguma. Eu mudei muito, minhas atitudes e meus olhares.. Meus pensamentos e minhas perspectivas e isso me conforta de alguma maneira. Enfim, vou fazer coisas e coisas aqui e dar petelecos pras asinhas preguiçosas do meu tempo livre. See you.